Brownie/cookie de negresco. #vaigordinha

Brownie/cookie de negresco. #vaigordinha

 
Não sei direito como te falar isso, mas vou me esforçar para ser o mais natural, sincera e prática possível. Quero dizer que é um esforço terrível, já que de prática não tenho nada. Tudo eu questiono, reflito, pondero. Gostaria de ser mais ágil no pensamento, mais certeira nas ações e, também, mais racional. É muito cansativo viver na corda bamba dos sentimentos.
Clarissa Corrêa.   (via poetaciumenta)
 
Cheguei numa fase da minha vida que vejo que a única coisa que fiz até agora foi fugir, fugir de mim mesmo, do meu nada, e agora não tenho mais para onde ir, nem sei o que vou fazer, fui péssimo em tudo.
Charles Bukowski (via mapycbka)
 
Ninguém me conhece.
Só sabem a cor dos meus olhos, não o que eles já viram.
Máh Soares.  (via aquebrantar)
 
emivieira:

Eu só queria ter dado certo.

emivieira:

Eu só queria ter dado certo.

 
emivieira:

A verdade é que eu não vou ficar rica da noite pro dia; não vou descobrir uma fórmula secreta para que todas as coisas se ajustem. Eu não vou enxergar numa noite escura o que eu quero fazer de verdade; não vou conseguir fazer cronogramas e especificações realistas de como realizar meus sonhos mais desejados. Nunca vou ser metódica, nunca vou ser o suficiente para os meus parâmetros. Não vou, jamais, me considerar a melhor em qualquer coisa ou estar satisfeita comigo mesma. Não vou deixar de olhar para os outros e sentir pontinhas de inveja; não vou, nunca, ser mais do que as pessoas que admiro.
Eu não nasci para ser brilhante, famosa e nem admirável; tampouco nasci para ser uma mediana conformada. A verdade é que espero a vida inteira um golpe de sorte. Um destino implacável de sucesso que não negará a minha vez. Tão encantada pelo sucesso fácil de tantos outros, esqueço de perceber, propositadamente ou não, o quanto foi necessário de esforço e sacrifício para a maioria.
Talvez, não. Talvez não tenha nascido para ser grande, talvez eu não seja do tipo que consegue chegar lá. Talvez eu esteja fadada a ver as oportunidades passarem, as chances minguarem e os outros conquistarem tudo o que eu sempre quis.
Mas e se eu tentasse de verdade? Se eu abandonasse a minha zona de conforto, se descobrisse como me fazer funcionar um pouco mais, como ser a mula do engenho do meu próprio futuro. Sofrer de peso, de cansaço, de sono, pra que um dia tudo tenha valido a pena… E, se sim, o que é que eu quero mesmo? Ao que realmente devo me dedicar? Qual são as etapas a serem riscadas da checklist?
Na espera pela descoberta do que realmente quero, continuo dormindo e deixando o futuro fugir. Eu digo: “Não. Já chega. É hora de decidir, mesmo que seja a decisão errada.”; e tudo que meu corpo consegue responder é: “Mas qual?”.

emivieira:

A verdade é que eu não vou ficar rica da noite pro dia; não vou descobrir uma fórmula secreta para que todas as coisas se ajustem. Eu não vou enxergar numa noite escura o que eu quero fazer de verdade; não vou conseguir fazer cronogramas e especificações realistas de como realizar meus sonhos mais desejados. Nunca vou ser metódica, nunca vou ser o suficiente para os meus parâmetros. Não vou, jamais, me considerar a melhor em qualquer coisa ou estar satisfeita comigo mesma. Não vou deixar de olhar para os outros e sentir pontinhas de inveja; não vou, nunca, ser mais do que as pessoas que admiro.

Eu não nasci para ser brilhante, famosa e nem admirável; tampouco nasci para ser uma mediana conformada. A verdade é que espero a vida inteira um golpe de sorte. Um destino implacável de sucesso que não negará a minha vez. Tão encantada pelo sucesso fácil de tantos outros, esqueço de perceber, propositadamente ou não, o quanto foi necessário de esforço e sacrifício para a maioria.

Talvez, não. Talvez não tenha nascido para ser grande, talvez eu não seja do tipo que consegue chegar lá. Talvez eu esteja fadada a ver as oportunidades passarem, as chances minguarem e os outros conquistarem tudo o que eu sempre quis.

Mas e se eu tentasse de verdade? Se eu abandonasse a minha zona de conforto, se descobrisse como me fazer funcionar um pouco mais, como ser a mula do engenho do meu próprio futuro. Sofrer de peso, de cansaço, de sono, pra que um dia tudo tenha valido a pena… E, se sim, o que é que eu quero mesmo? Ao que realmente devo me dedicar? Qual são as etapas a serem riscadas da checklist?

Na espera pela descoberta do que realmente quero, continuo dormindo e deixando o futuro fugir. Eu digo: “Não. Já chega. É hora de decidir, mesmo que seja a decisão errada.”; e tudo que meu corpo consegue responder é: “Mas qual?”.

 
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